domingo, junho 14, 2015

Lançado no Reino Unido CD com repertório coral brasileiro relacionado à pesquisa em música da ECA-USP.


Foi lançado no Reino Unido, pela Delphian Records, o CD "Romaria: música coral do Brasil". O novo CD da discografia do prestigiado Gonville & Caius Choir College, sob regência de Geoffrey Webber, tem uma história particular. 

Os professores Marco Antonio da Silva Ramos e Susana Cecilia Igayara participaram das gravações feitas em julho de 2014 em Cambridge. O projeto de realizar gravações e concertos de música brasileira contemporânea foi parte da pesquisa "Perspectivas transculturais no desenvolvimento criativo de coros e regentes corais", um projeto colaborativo entre o Laboratório Coral Comunicantus, pela USP, e a Universidade de Cambridge, coordenado pelo musicólogo John Rink. 

O repertório coral brasileiro tem sido extremamente bem-recebido pela crítica especializada. Reproduzimos, abaixo, as resenhas lançadas recentemente, em tradução para o português realizada pela pesquisadora Susana Cecilia Igayara. O CD pode ser comprado pelas diversas lojas de música online. No final da postagem estão os links para os primeiros textos brasileiros, da Gazeta do Povo (Curitiba) e da Agência USP de Notícias.


Gramophone, Julho de 2015 (p. 77)

O tape da floresta tropical que abre este notável disco poderia ser um cliché brasileiro – e de certa forma é. Mas é um cliché significativo, integrante de Metaphors (1973), de Henrique de Curitiba, uma obra cujo componente coral (e material temático) é o “Et incarnatus est” do Credo da Missa quarti toni de Victoria, explorando espantosamente a escrita para soprano agudo, cantado aqui com a claridade dos sinos por Billie Robinson e Emily Kay. O atraente tape é, na verdade, uma reconstrução (o original foi perdido), parte de uma colaboração arrojada entre o Coro do Gonville and Caius e o departamento coral da Universidade de São Paulo.

A música coral brasileira, mesmo a de Villa-Lobos, dificilmente é bem conhecida fora de seu país natal, portanto este é um disco importante e revelador. A obra cativante de Curitiba é seguida por um conjunto bem mais convencional de arranjos de canções folclóricas por Ernst Mahle, e pela música de Osvaldo Lacerda para o poema “Romaria”, de Carlos Drummond de Andrade, que inclui recitação de seções do texto. Jubiabá, de Pinto Fonseca, é uma evocação de uma cerimônia de candomblé, formando um contraste brasileiro com os textos latinos cristãos tanto em Antiquae preces christianae, de Ernani Aguiar, como em Cor dulce, cor amabile e Magnificat-Alleluia, de Villa-Lobos (majestosamente executada aqui no arranjo para órgão do próprio compositor), enquanto Aylton Escobar traz juntas a cultura popular e sacra, em sua contundente Missa breve sobre ritmos populares brasileiros.
            
As mais notáveis peças aqui são Metaphors, de Curitiba, e a estonteante Ave Maria de Cláudio Santoro, mas a escuta de todas as músicas vale a pena. Muitas delas são tecnicamente exigentes mas, sob a direção inequivocamente inspirada de Geoffrey Webber, o Coro do Caius soa como se eles conhecessem intimamente esta música há anos.
Texto: Ivan Moody. Tradução: Susana Cecilia Igayara

BBC Music Magazine

Pássaros e insetos tremulando na floresta Amazônica, incluindo o som notável do Uirapuru, lançam esta antologia de música coral brasileira. Sobre eles o compositor Henrique de Curitiba sobrepõe variações a partir de um fragmento da Missa Quarti toni de Victoria, com saídas estratosféricas para soprano parodiando pássaros e sobrevoando os dois solistas.  A peça chama-se Metaphors, e é uma das sete primeiras gravações em um programa desenvolvido em conjunto com musicólogos da Universidade de São Paulo.

Não é a única obra com surpresas aqui: Osvaldo Lacerda interpola seções faladas em sua composição a partir do poema Romaria de Carlos Drummond de Andrade, e os cinco movimentos da Missa breve sobre ritmos brasileiros de Aylton Escobar brinca com diversos idiomas de danças brasileiras, interpostas com imitações de gritos de tocadores de gado, um violino rústico e um pica-pau, em boa medida. Soa como uma miscelânea, mas funciona – revigorante, nesta performance vibrantemente comprometida do coro do Gonville & Caius.

A habilidade do coro de abraçar convincentemente a variedade de influências étnicas é refletida adiante em sua abordagem de Jubiabá de Carlos A. Pinto Fonseca, em que um material de canto tribal é incorporado ao caldo cultural brasileiro, alimentado pelos imigrantes africanos. Colorações tonais quentes e excelente fusão dos naipes caracterizam as duas peças de Villa-Lobos incluídas, e a engenharia da Delphian é idealmente envolvente e empática. Este é um recital genuinamente empreendedor que merece a atenção de todo aficcionado coral.
Texto: Terry Blain. Tradução: Susana Cecilia Igayara.

The Guardian

Você pode não ter percebido que em sua vida faltava um disco de música coral brasileira contemporânea, completada com uma trilha sonora da floresta tropical e assuntos como beija-flores, jacarés, poluição e lavagem de roupa. Este álbum encantador pode convencê-lo do contrário. O título – Romaria – refere-se a peregrinação, multidões e vibração da fé. 

Com exceção de Villa-Lobos, todos os compositores incluídos nasceram no início ou no meio do século XX, alguns aindas não publicados. Seus nomes não são famliares: Henrique de Curitiba (de origem polonesa), Ernst Mahle (nascido alemão), Osvaldo Lacerda, Claudio Santoro, entre eles. Alguns usam ritmos populares brasileiros, outros olham para o passado de uma tradição cristã católica. A Missa Breve de Aylton Escobar faz uso de ambos. O coro do Gonville & Caius está entre os melhores coros mistos de colleges. Tudo o que eles fazem merece nossa atenção, especialmente esta gravação.
Texto: Fiona Maddocks. Tradução: Susana Cecilia Igayara.


The Scotsman

Pegue a exótica gravação da paisagem sonora da floresta tropical brasileira – pássaros, sapos e insetos zunindo – e sobreponha uma tomada de uma Missa de Vitória do século XVI que gradualmente se transforma em uma espetacular combinação de dois mundos vocais e você terá Metaphors do compositor brasileiro Henrique de Curitiba. É apenas uma de uma fascinante coleção de obras brasileiras escritas a partir de 1950, que constituem esta excepcional gravação pelo Coro do Gonville & Caius College de Cambridge, com seu inspirador diretor Geoffrey Webber. Os doces arranjos de Ernst Mahle, os ricos clusters sonoros do Oráculo de Prado e a saborosa Missa Breve de Aylton Escobar são atraentemente não convencionais, mas nunca totalmente heterodoxos. Uma fascinante aventura coral. 
Texto: Ken Walton. Tradução: Susana Cecilia Igayara.


The arts desk

Você vai sentir inveja de alguém que se depare com este lançamento sem conhecimento prévio. Eles vão apertar o botão “tocar” e serão atingidos por um valioso minuto de atraentes coaxares de sapos, pássaros e insetos antes que as vozes a capella roubem a cena. Bem-vindo a Metaphors, de Henrique de Curitiba, composta em 1973. Música tão surpreendentemente bela que é um choque saber que a partitura continua não publicada e que sua trilha original está perdida. Curitiba salientou que “é bom, ou melhor, ouvir as vozes da Natureza do que os sons poluidores da nossa era tecnológica...”, e felizmente, este tape recriado soa magnífico.

O último CD do Coro do Gonville & Caius College foi uma imaginativa exploração da música coral celta antiga. Este novo, desenvolvido com a assistência de acadêmicos da Universidade de São Paulo, apresenta uma exuberante seleção de música brasileira, com sua surpreendente diversidade refletindo a história imigrante do país. Villa-Lobos está representado por seu Cor dulce, cor amabile e um vibrante Magnificat-Alleluia, que recebeu um colorido extra graças à mezzo-soprano Kate Symonds-Joy. Por que a música sacra não pode ser toda tão entusiástica assim? Ou tão alegremente divertida como o “Sanctus” da Missa breve sobre ritmos populares brasileiros, de Aylton Escobar.

Mais convencionais, no entanto igualmente atraentes, são uma sequência de canções folclóricas arranjadas por Ernst Mahle, embora ainda melhor seja uma arrojada transcrição feita por Marco Antonio da Silva Ramos. A breve Jubiabá de Carlos Alberto Pinto Fonseca é extraordinária, ajudada pela contribuição estratosférica da soprano Imogen Sebba.
Romaria, de Osvaldo Lacerda, tem o texto alternadamente falado e cantado. Musicalmente mais intrigantes são os clusters ouvidos no Oráculo de Almeida Prado, e as harmonias e falas macias que dominam a Ave Maria  de Claudio Santoro.

Esta antologia poderia ser um aborrecido exercício acadêmico, mas é fabulosa. As notas de encarte do diretor Geoffrey Webber conta tudo o que você precisa saber sobre cada obra, mas meu conselho seria ouvir primeiro e ler depois. As performances são consistentemente deslumbrantes. A dicção é impecável, e o conjunto todo carrega um estimulante impacto muito “não-inglês”. Mágico, e magnificamente gravado. Que outro sub-gênero coral negligenciado irá Webber enfrentar da próxima vez?
Tradução: Susana Cecilia Igayara.

Allmusic

Este lançamento pode certamente parecer raro, considerando o seguinte: um dos mais tradicionais coros de colleges ingleses enfrenta uma coleção de música sacra contemporânea brasileira quase desconhecida fora do Brasil. A gênese do projeto é parcialmente explicada pela colaboração entre o Coro do Gonville & Caius College de Cambridge e o Departamento de Música da Universidade de São Paulo, Brasil, que escolheu o programa. Isto não diminui de forma alguma o espírito de aventura do programa, que é inteiramente agradável pelos próprios méritos.

Uma “romaria” é uma peregrinação ou procissão e o que você recebe é, com efeito, um percurso através da música coral brasileira escrita entre aproximadamente 1950 e os dias atuais. Há duas pequenas peças de Heitor Villa-Lobos e outras que seguem claramente os caminhos estabelecidos por ele, mas o que é interessante é o quanto dessa música parte do modelo de Villa-Lobos ao mesmo tempo que retém características nacionais.

O modernismo certamente teve um impacto nesses compositores, ainda que nenhum deles o adote de forma generalizada, à maneira de Ginastera. Metaphors, a obra de abertura, do compositor polonês-brasileiro Henrique de Curitiba vale o preço do ingresso por si própria; ela nunca foi publicada, e sua parte eletrônica teve que ser reconstruída de acordo com as descrições e instruções existentes.

A obra é inteiramente original: está enquadrada por gravações de sons da floresta Amazônica aos quais o texto coral, o Incarnatus da missa católica, é entrelaçado. Em outros lugares há peças influenciadas pela música afro-brasileira e pela música folclórica, todas elas com algum elemento inovador, e uma missa de Aylton Escobar (faixas 17-21) que incorpora um grande número de estilos e dá a cada parte da missa sua própria constelação estilística. Imagina-se como um coro brasileiro interpretaria esta música de forma diferente, mas o programa é cativante do começo ao fim da forma como é feito aqui. Brilhantemente diverso, corajoso, e muito fortemente recomendado.
Tradução: Susana Cecilia Igayara.

Veja também a divulgação no Brasil, com entrevista com a Prof. Susana Igayara sobre a recriação da trilha sonora de Metaphors e crítica de Osvaldo Colarusso sobre o CD:

Gazeta do Povo (Curitiba):

Projeto recriou "fita"de Henrique de Curitiba

http://www.gazetadopovo.com.br/caderno-g/projeto-recriou-fita-de-henrique-de-curitiba-eboyo83rfocj3vbkfhdyvlw16

Coral inglês grava obra de paranaense (por Osvaldo Colarusso)

http://www.gazetadopovo.com.br/caderno-g/coral-ingles-grava-obra-de-paranaense-814edxxglhcrvia3d6vsb53l6

Agência USP de Notícias

Projeto avalia ensino do canto coral no Brasil e Reino Unido

http://www.usp.br/agen/?p=212560


Links para os sites com textos em inglês:


Página do Gonville & Caius College Choir, Universidade de Cambridge

Página da Allmusic

Página do The arts desk


Página do The Guardian

quarta-feira, junho 03, 2015

Coral da ECA recebe o Coro Universitário de Mendoza (Argentina)

Na próxima 4ª feira, dia 10, às 12h, o Coro Universitário de Mendoza fará um concerto para os alunos do Departamento de Música. O Coral é mantido pela Secretaria de Extensão Universitária da Universidade Nacional de Cuyo, dirigido desde 1997 por Silvana Vallesi.
Premiado na Argentina, França, Hungria e Alemanha, o coro apresentou-se em diversos países da América e da Europa.
Realiza um trabalho formativo, atuando como instrumento em cursos e masterclasses com regentes argentinos e internacionais. Centrado no repertório a cappella e com ênfase em compositores contemporâneos, tem realizado também concertos corais-sinfônicos.
Neste encontro com os estudantes do Coral da ECA-USP apresentará um programa que inclui, entre outros, Ginastera, Carlos Alberto Pinto Fonseca, Alberto Grau, Beatriz Corona e Morten Lauridsen.
O encontro entre os dois coros e entre estudantes e regentes dos dois países é Coordenado pelo Prof. Marco Antonio da Silva Ramos e o Comunicantus: Laboratório Coral e pretende estimular o intercâmbio cultural e acadêmico, por isso tem o apoio da Comissão de Relações Internacionais da ECA-USP.
A entrada é franca e o concerto será realizado no Auditório do Departamento de Música da ECA-USP, no horário de ensaio do Coral da ECA-USP, ao meio-dia.


REPERTORIO  


Música coral del continente americano del siglo XX (original para coro)

Lamentaciones del profeta Jeremías/ Alberto Ginastera-Argentina
Salmo 114/Alberto Caamaño-Argentina
Jubiabá/Alberto Pinto Fonseca-Brasil
Del Requiem de Osun: Confutatis-Lacrimosa/Calixto Alvarez-Cuba
Corazón Coraza/ Beatriz Corona-Cuba
Magnificat-Gloria/Alberto Grau-Venezuela
Bomba E/Cucco Peña-Puerto Rico
Sa nuit d'etés/ Morten Lauridsen USA con piano
Lie lightly gentle earth/ Paul Chiara USA
It was a lover and his lass/Ward Swingle

Gloria y Credo de la Misa Tango de Martín Palmeri con piano y bandoneón

Arreglos:
Tangos con o sin bandoneón
Adiós nonino de A Piazzolla Arreglo Gustavo Maldino
La muerte del ángel A Piazzolla 
Fuga y Misterio A Piazzolla
Tangatta A Piazzolla Arr Silvana Vallesi ,con piano y bandonéon(y guitarra?)

Carinhoso -Pixinguinha-Arr J de Barros/Brasil
Spirituals:
Elijah rock Arr Moses Hogan/USA
Wade in the water Arr Norman Luboff

CORO UNIVERSITARIO DE MENDOZA de la UNCUYO


Dependente da Secretaria de Extensão da Universidade Nacional de Cuyo, este grupo foi criado em1965 pelo Maestro Felipe Vallesi, alma mater do organismo.Atualmente, e desde 1997, é dirigido pela Maestrina Silvana Vallesi, celebrando este ano seu 50º anivers;ario de intensa trajetória ininterrupta.

No exterior apresentou-se em importantes salas da Alemanha, Chile, Colômbia, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, França. Grécia, hungria, Itália, México, Noruega, Paraguai, Suécia, Vaticano e Venezuela, sendo esta sua primeira visita à irmã República Federativa do brasil.

Obteve numerosos prêmios e reconhecimentos locais, nacionais e internacionais. Foram declarados Embaixadores do Povo e da Província de Mendoza pslo governo Provinvcial, e Embaixadores Culturais pela UNCUYO. É o primeiro e único coro de toda a América Latina premiado com o Grande Prêmio Europeu, mais importante concurso coral no nível mundial. Por seu trabalho e alto desempenho artístico o Senado da Nação Argentina lhe entregou, por unanimidade, a Menção Honrosa Domingo Faustino Sarmiento, “em reconhecimento à sua obra destinada a melhorar a qualidade de vida de seus semelhantes, das instituições e das suas comunidades”.

sexta-feira, maio 29, 2015

Atenção! Informes sobre os ensaios do dia 29/05/2015

Os ensaios do Coral da Terceira Idade da USP e do Coral Escola Comunicantus, do dia 29/05/2015, estão mantidos, já que os portões não estão mais obstruídos.

terça-feira, março 10, 2015

Testes para novos coralistas começam esta semana no Comunicantus

Esta semana, dia 13 de Março, às 18:00, começam os testes para o Coral Escola Comunicantus. O coro é aberto a alunos,  funcionários, professores, ex-alunos e também a qualquer pessoa da comunidade que goste de se expressar musicalmente pela sua voz, em uma atividade de grupo. Nesse mesmo dia, os coralistas que já participam voltarão para o primeiro ensaio de 2015.











Apresentação do Coral Escola Comunicantus no Teatro da Faculdade de Medicina da USP, 2013.



O projeto existe desde 2001, sempre voltado à prática musical de adultos e à troca de experiências entre coralistas e estudantes de música de Graduação e Pós-graduação, que fazem parte da equipe musical, sob supervisão do Professor Marco Antonio da Silva Ramos, titular em Regência Coral, e Dra. Susana Cecilia Igayara, professora de Repertório Coral.

O ano de 2014 terminou com um Festival no Mosteiro de São Bento, com a participação de todos os coros do Comunicantus: Laboratório Coral.



Ainda esta semana, o Coral da Terceira Idade da USP retoma seus ensaios regulares. Mas, atenção, o dia de testes para o Coral da Terceira Idade é só dia 20 de março, às 14:00. Podem participar os coralistas com mais de 60 anos.

 
 
Momentos dos ensaios do Coral da Terceira          Idade da USP


 

Os coordenadores Marco Antonio da Silva Ramos e Susana Cecilia Igayara





Os ingressantes costumam querer saber quais são os requisitos para ingresso. O mais importante é a disponibilidade de tempo: por ser um trabalho coletivo, de grupo, os horários de início e de término dos ensaios devem ser cumpridos, sem atrasos ou saídas antecipadas. As apresentações são combinadas de comum acordo com os participantes, mas costumam ocorrer nos finais de semana, já que participamos de eventos culturais da cidade e nos adaptamos às agendas dos espaços culturais e de suas programações.


Quanto ao conhecimento musical, a experiência de cada um dos coralistas é muito importante para o crescimento musical dos coros, portanto temos grande interesse em receber coralistas que já tenham algum contato musical em seu passado. No entanto, isso não significa que alguém sem experiência anterior esteja impedido de participar, pois o projeto é artístico-educativo, ou seja, nossa equipe de alunos está preparada para a musicalização de adultos e para a educação coral em diversos níveis de amadurecimento, dos iniciantes aos mais experientes.


Parte da equipe do Coral da Terceira Idade, antes do início do Concerto final de 2014. 

Nosso calendário de atividades segue o calendário geral da USP, com férias em Julho e término no início de Dezembro, quando costumamos realizar nosso Festival Coral. Outras apresentações acontecem durante o semestre, sempre que o resultado musical estiver pronto para ser compartilhado com nosso público. Temos nos apresentado tanto nos espaços da USP como nos mais variados espaços culturais da cidade, estamos também abertos a convites para Encontros Corais e outros eventos culturais.

Venham cantar com a gente!



Equipe do Comunicantus